Até a chegada do roxinho Nubank, o setor bancário era tido como uma zona intocável do mercado brasileiro. Tudo começou em 2012, quando o seu idealizador David Vélez, junto com a engenheira Cristina Junqueira e o programador americano Edward Wible, resolveram de vez entrar no mercado bancário com o ideal de trazer uma inovação definitiva para os serviços financeiros.

A ideia era simples: oferecer um cartão de crédito internacional que poderia ser gerenciado 100% através de um aplicativo. A parte boa foi que o NUBANK não precisava de toda aquela estrutura dos bancos tradicionais, e por isso, conseguiu reduzir muitos custos fixos, como o uso de papéis (a fatura é enviada por email) e a ausência de anuidade e taxas para serviços básicos como saques, avaliação emergencial de crédito ou emissão da 2ª via.

O serviço foi tão bem aceito e desejado pelo público, que a empresa teve todo o seu marketing durante três anos, baseado apenas no word of mouth dos usuários. Até que em 2017, o Nubank começou efetivamente a execução do seu investimento e o setor escolhido foi o de arte e a música, com o patrocínio da quinta edição do Popload Festival, em São Paulo. Todo o budget destinado para essas campanhas não chegaram a R$ 1 milhão de reais, segundo a sócia Cristina Junqueira.

Com isso, o Nubank fecha o ano com mais de 5 milhões de clientes de cartão de crédito, e 2,5 milhões de pessoas utilizando a NuConta (serviço de conta digital do roxinho). Esses números colocaram a startup como uma das melhores fintechs do mundo no ano de 2018, segundo estudo da CB Insights. É bom ficar de olhos bem abertos para as inovações que chegarão em 2019.

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